Saúde da próstata depois dos 45: o que muda, o que observar e o que a ciência mostra

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A próstata cresce cerca de 2% ao ano depois dos 40 — e a maioria dos homens só percebe quando o sintoma já incomoda. Um guia direto, com o que a evidência sustenta e o que ela não sustenta.

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DHEA: para que serve e por que os níveis caem depois dos 40

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Canetas emagrecedoras e nutrição: o que você precisa saber

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O hormônio que ninguém te contou — e que regula todos os outros

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Você já ouviu falar em estrogênio, progesterona, DHEA, cortisol. Mas existe um hormônio anterior a todos eles — o ponto de partida de toda a cascata hormonal do organismo — que raramente aparece nas conversas sobre menopausa.

Esse hormônio se chama pregnenolona.

O que é a pregnenolona

A pregnenolona é produzida principalmente nas glândulas suprarrenais e no cérebro, a partir do colesterol. Ela é chamada de "hormônio mãe" porque o organismo a usa como matéria-prima para fabricar praticamente todos os outros hormônios esteroides: DHEA, progesterona, estrogênio, testosterona e cortisol.

Pense assim: se o sistema hormonal fosse uma árvore, a pregnenolona seria o tronco. Quando a produção do tronco cai, todos os galhos são afetados.

O que acontece com a pregnenolona depois dos 40

A produção de pregnenolona começa a declinar a partir dos 30 anos e cai de forma mais acentuada durante a perimenopausa e a menopausa. Estudos estimam que aos 75 anos, os níveis de pregnenolona podem ser até 60% menores do que aos 35.

Esse declínio tem consequências em cadeia. Quando o organismo tem menos pregnenolona disponível, ele precisa fazer escolhas sobre quais hormônios derivados vai priorizar. Em situações de estresse crônico — que são comuns nessa fase da vida — o organismo frequentemente direciona a pregnenolona disponível para a produção de cortisol, o hormônio do estresse. Isso acontece em detrimento dos outros hormônios, incluindo a progesterona e o DHEA.

Esse fenômeno tem um nome: "roubo de pregnenolona" (pregnenolone steal). O estresse, literalmente, compete com o equilíbrio hormonal.

Os sinais de que a pregnenolona pode estar baixa

Os sintomas de queda de pregnenolona se sobrepõem com os da menopausa, o que torna difícil identificar a causa específica sem exames. Alguns dos sinais mais comuns incluem:

  • Fadiga persistente, especialmente pela manhã
  • Dificuldade de concentração e memória — o chamado "brain fog"
  • Alterações de humor, irritabilidade e ansiedade
  • Qualidade de sono prejudicada
  • Redução da libido
  • Sensação geral de que o corpo "não está funcionando como antes"

Esses sintomas não são exclusivos da queda de pregnenolona — mas quando aparecem em conjunto durante a perimenopausa, merecem investigação.

Pregnenolona e saúde cognitiva

Um aspecto particularmente relevante da pregnenolona é sua atuação no cérebro. Ela é um neuroesteroide — produzida no próprio sistema nervoso central — e está presente em altas concentrações no hipocampo, a região associada à memória e ao aprendizado.

Estudos laboratoriais sugerem que a pregnenolona pode influenciar a função sináptica e a neuroplasticidade. Isso a coloca no centro das pesquisas sobre cognição e envelhecimento, especialmente no contexto das mudanças cognitivas que muitas mulheres experimentam durante a menopausa.

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A suplementação com pregnenolona

A pregnenolona está disponível como suplemento alimentar nos Estados Unidos, onde é produzida e comercializada há décadas. No Brasil, não é aprovada como medicamento, mas pode ser importada como suplemento.

A Pregnenolona da Life Extension está disponível em cápsulas de 100mg — a dose mais estudada em adultos. Por ser um precursor hormonal, a suplementação deve ser feita com acompanhamento médico, especialmente para mulheres em tratamento de reposição hormonal ou com condições hormonais preexistentes.

É comum que médicos especializados em medicina integrativa e nutrologia incluam a pregnenolona em protocolos de suporte hormonal para mulheres na perimenopausa e menopausa, junto com DHEA e outros hormônios precursores.

Pregnenolona e DHEA — qual a diferença

A pregnenolona e o DHEA são frequentemente mencionados juntos, e por boas razões: o DHEA é um dos hormônios produzidos a partir da pregnenolona.

A diferença prática é o ponto de atuação na cascata hormonal. A pregnenolona está mais acima na cadeia — é o precursor do precursor. Isso significa que ela tem uma influência potencialmente mais ampla, mas também menos previsível: o organismo vai direcionar a pregnenolona para onde precisar, dependendo das suas necessidades no momento.

O DHEA, por sua vez, tem um caminho mais direto para os hormônios sexuais — estrogênio e testosterona. Muitos protocolos de suporte hormonal incluem os dois, justamente para cobrir diferentes pontos da cascata.

O que considerar antes de suplementar

Antes de iniciar qualquer suplementação com precursores hormonais, é importante:

  • Realizar exames para avaliar os níveis atuais de pregnenolona, DHEA e outros hormônios relevantes
  • Conversar com um médico especializado — preferencialmente com experiência em medicina integrativa, nutrologia ou ginecologia funcional
  • Entender que a resposta à suplementação varia entre indivíduos — fatores genéticos, estilo de vida e saúde geral influenciam os resultados

A suplementação com pregnenolona não substitui a avaliação médica individualizada. Ela é uma ferramenta — e como qualquer ferramenta, funciona melhor quando usada com orientação adequada.

Perguntas frequentes

A pregnenolona é um hormônio ou um suplemento?
Nos EUA, a pregnenolona é classificada e comercializada como suplemento alimentar. No Brasil, não é aprovada como medicamento — por isso é importada como suplemento. Apesar de ser um precursor hormonal, sua venda como suplemento é legal e comum nos Estados Unidos há décadas.

Quem pode tomar pregnenolona?
A suplementação é destinada a adultos — homens e mulheres — que desejam suporte à produção hormonal natural. Por atuar como precursor de vários hormônios, é recomendado consultar um médico antes de iniciar, especialmente para quem já faz reposição hormonal ou tem histórico de condições hormonais.

Pregnenolona e progesterona são a mesma coisa?
Não. A pregnenolona é um precursor — o organismo a converte em vários hormônios, incluindo a progesterona. São moléculas diferentes com funções diferentes. A pregnenolona está "antes" na cascata hormonal.

Os produtos da Life Extension vendidos aqui são originais?
Sim. A Life Products BR é Revendedor Life Extension no Brasil. Todos os produtos são importados diretamente dos EUA e 100% originais.


Este artigo tem caráter informativo e não substitui consulta médica. Suplementos alimentares não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir doenças.

Life Products BR — Revendedor Life Extension no Brasil. Produtos importados diretamente dos EUA.

Onde encontrar Pregnenolona Life Extension original

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Sono na Menopausa: Por Que Piora e o Que Você Pode Fazer

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Você deita cansada, mas não consegue dormir. Ou dorme, acorda no meio da noite sem motivo aparente, e não volta a dormir com facilidade. Às vezes, o suor noturno acorda você antes do alarme.

Se isso soa familiar, você não está imaginando. A relação entre menopausa e qualidade do sono é uma das mais documentadas — e uma das menos discutidas abertamente.

Por que o sono muda na menopausa

A queda nos níveis de estrogênio e progesterona durante a perimenopausa e menopausa afeta diretamente os mecanismos de regulação do sono. A progesterona, em particular, tem efeito sedativo natural — quando os níveis caem, o sono leve e fragmentado se torna mais comum.

Ao mesmo tempo, o estrogênio regula a temperatura corporal. Com a queda hormonal, esse mecanismo perde precisão — e os calores noturnos e suores são a consequência mais visível. Uma elevação de temperatura de apenas 0,4°C já é suficiente para interromper o sono profundo.

Há também o efeito sobre a melatonina. Estudos mostram que a produção de melatonina declina com a idade — e a menopausa acelera esse processo. O resultado é que o sinal biológico de "está na hora de dormir" chega mais fraco e mais tarde.

O ciclo que se retroalimenta

Sono ruim não é apenas consequência da menopausa — ele piora os outros sintomas. Noites mal dormidas elevam o cortisol, o hormônio do estresse. Cortisol alto interfere com os hormônios sexuais restantes, aumenta a sensação de brain fog no dia seguinte e reduz a tolerância ao desconforto físico.

Em outras palavras: quanto pior o sono, mais intensos tendem a ser os outros sintomas da menopausa. É um ciclo que se alimenta — e que precisa ser interrompido em mais de um ponto.

Suplementos para sono e menopausa — magnésio, NAD+ e ashwagandha Life Extension

O que a pesquisa mostra sobre suplementação

Algumas estratégias têm suporte científico consistente para mulheres nessa fase:

Magnésio L-treonato

O magnésio desempenha papel direto na regulação do GABA — o principal neurotransmissor inibitório do cérebro, responsável por "desligar" o sistema nervoso para o sono. A forma L-treonato, desenvolvida por pesquisadores do MIT, atravessa a barreira hematoencefálica com eficiência superior às formas comuns, atuando onde o magnésio é mais necessário para o relaxamento neural.

O Neuro-Mag da Life Extension utiliza o Magtein® — a forma patenteada de magnésio L-treonato com estudos clínicos publicados. É a versão mais estudada para saúde cerebral, incluindo a qualidade do sono.

NAD+

A queda de NAD+ celular com a idade afeta a função mitocondrial — e mitocôndrias em baixa eficiência produzem menos energia disponível para os processos de recuperação que ocorrem durante o sono profundo. Suporte ao NAD+ pode contribuir para a qualidade restauradora do descanso, não apenas para a energia diurna.

O NAD+ Cell Regenerator 300mg da Life Extension combina nicotinamida ribosídeo com resveratrol — os dois compostos mais estudados para suporte ao NAD+ celular.

Ashwagandha

Adaptógeno com evidências para redução do cortisol noturno — um dos principais mecanismos por trás da insônia de manutenção, quando você adormece mas acorda no meio da noite sem conseguir voltar a dormir. Reduzir o pico de cortisol no período noturno ajuda a manter o sono contínuo.

O que ajuda além da suplementação

Temperatura do quarto abaixo de 20°C favorece o início do sono em mulheres na menopausa. Exposição à luz natural pela manhã — mesmo que por 10 minutos — ajuda a calibrar o ritmo circadiano e antecipar o sinal de melatonina para o horário correto. Evitar telas por 60 minutos antes de dormir reduz a supressão de melatonina pela luz azul.

Nenhuma dessas estratégias substitui uma avaliação médica quando o problema é severo. Mas para mulheres com sono fragmentado e de qualidade reduzida — sem chegar ao nível de insônia clínica — a combinação de ajustes de rotina e suplementação adequada frequentemente faz diferença perceptível em 3 a 4 semanas.

Perguntas frequentes

A insônia na menopausa é permanente?
Não necessariamente. Para muitas mulheres, a qualidade do sono melhora após a menopausa estabelecida, quando os níveis hormonais se estabilizam em um novo patamar. O período mais difícil costuma ser a perimenopausa, quando as flutuações são maiores. Estratégias de suporte durante essa fase fazem diferença significativa no bem-estar geral.

Melatonina resolve o problema do sono na menopausa?
A melatonina pode ajudar com o início do sono — especialmente quando tomada em doses baixas (0,3 mg a 1 mg) no horário correto. Mas ela não atua sobre os calores noturnos nem sobre o cortisol elevado, que são causas frequentes de acordar no meio da noite. Para sono fragmentado, estratégias que incluem magnésio e controle do cortisol tendem a ser mais completas.

Quanto tempo leva para ver resultados com suplementação?
A maioria das mulheres relata melhora perceptível entre 3 e 6 semanas de uso consistente. O magnésio L-treonato, em particular, precisa de tempo para acumular nos tecidos cerebrais — os estudos clínicos com Magtein® avaliaram resultados a partir de 6 semanas de uso contínuo.

Os produtos da Life Extension vendidos aqui são originais?
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Este artigo tem caráter informativo e não substitui consulta médica. Suplementos alimentares não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir doenças.

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Brain Fog na Menopausa: Por Que Sua Cabeça Parece Cheia de Névoa (e o Que Fazer)

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Você esquece onde colocou as chaves três vezes no mesmo dia. Entra em uma sala e não lembra por que foi lá. Está no meio de uma frase e a palavra simplesmente some. Você tenta se concentrar e parece que há uma névoa entre você e o seu próprio pensamento.

Se isso começou a acontecer depois dos 40, você não está ficando "esquecida". Você está experienciando algo que tem nome, tem causa e tem explicação científica: brain fog da menopausa.

O Que É Brain Fog

Brain fog — ou névoa mental — é o termo usado para descrever uma série de sintomas cognitivos que incluem dificuldade de concentração, lapsos de memória, lentidão para processar informações e sensação de "cabeça embaralhada". Não é uma doença, mas é um sinal de que algo no funcionamento do cérebro mudou.

Durante a perimenopausa e a menopausa, o brain fog é um dos sintomas mais relatados pelas mulheres — e um dos menos discutidos com os médicos, porque muitas acreditam que é "coisa da idade" ou "estresse".

Não é.

Por Que a Menopausa Afeta o Cérebro

O cérebro feminino é profundamente sensível ao estrogênio. Esse hormônio não serve apenas ao sistema reprodutivo — ele atua diretamente nas estruturas cerebrais responsáveis por memória, atenção e velocidade de processamento.

Quando os níveis de estrogênio começam a cair — o que pode acontecer gradualmente já a partir dos 35 anos, com aceleração nos anos que antecedem a menopausa — o cérebro sente. A queda hormonal afeta:

A memória de trabalho. Aquela capacidade de manter informações "ativas" enquanto você as usa — lembrar o início de uma frase enquanto termina de dizê-la, por exemplo. É exatamente esse tipo de memória que as mulheres relatam como mais comprometida.

A velocidade de processamento. O cérebro fica mais lento para recuperar informações, o que se manifesta como dificuldade para encontrar palavras, demora para tomar decisões simples ou sensação de que "o raciocínio não flui".

A qualidade do sono. Fogachos noturnos e alterações no sono são comuns na menopausa — e privação de sono é, por si só, uma das causas mais potentes de névoa mental. É um ciclo que se retroalimenta.

O humor e a motivação. Queda no estrogênio também afeta os neurotransmissores responsáveis pelo humor. Ansiedade e baixo astral aumentam a percepção de dificuldade cognitiva.

O Papel do DHEA e da Pregnenolona

Além do estrogênio, existem outros hormônios que caem com a idade e que têm impacto direto na função cerebral.

O DHEA (deidroepiandrosterona) é um hormônio produzido pelas glândulas suprarrenais que serve como precursor de estrogênio e testosterona. Seus níveis atingem o pico por volta dos 25 anos e caem progressivamente — aos 40, você já tem significativamente menos DHEA do que tinha na juventude. Estudos associam níveis baixos de DHEA a menor vitalidade, humor instável e declínio cognitivo.

A Pregnenolona é conhecida como o "hormônio mãe" porque é a partir dela que o corpo produz praticamente todos os outros hormônios, incluindo o DHEA, o estrogênio, a progesterona e o cortisol. Ela também tem ação direta no cérebro: receptores de pregnenolona existem em regiões associadas à memória e ao aprendizado. Com a queda da pregnenolona, toda a cadeia hormonal é afetada.

O Magnésio que Chega ao Cérebro

Outro fator frequentemente ignorado no contexto do brain fog é o magnésio. O magnésio comum — citrato, óxido — tem baixa penetração no sistema nervoso central. Mas existe uma forma específica de magnésio desenvolvida por pesquisadores do MIT chamada magnésio L-treonato (Magtein®) que demonstrou, em estudos, aumentar os níveis do mineral diretamente no cérebro.

O magnésio é essencial para a função sináptica — as conexões entre os neurônios. Quando os níveis cerebrais de magnésio são adequados, a comunicação entre neurônios é mais eficiente, o que se traduz em melhor memória de trabalho e maior velocidade de raciocínio.

O Neuro-Mag da Life Extension utiliza exatamente essa forma — Magtein® magnésio L-treonato — e é um dos suplementos mais usados por mulheres na menopausa que buscam suporte cognitivo.

Suplementos para memória e foco na menopausa — DHEA, Neuro-Mag e NAD+ Life Extension

O Papel do NAD+ na Energia Cerebral

O NAD+ (nicotinamida adenina dinucleotídeo) é uma coenzima presente em todas as células do corpo e essencial para a produção de energia mitocondrial. Com o envelhecimento, os níveis de NAD+ caem — e o cérebro, que é um dos órgãos com maior demanda energética do corpo, sente diretamente essa redução.

Baixos níveis de NAD+ estão associados a fadiga cognitiva, dificuldade de concentração e lentidão mental. A suplementação com precursores de NAD+, como o NMN (mononucleotídeo de nicotinamida), é uma das estratégias mais estudadas atualmente no contexto de saúde cerebral e longevidade.

O NAD+ Cell Regenerator da Life Extension combina NMN 300mg com resveratrol, dois dos ingredientes mais pesquisados para suporte mitocondrial e cognitivo.

O Que Você Pode Fazer

O brain fog da menopausa não é inevitável nem permanente. Existem estratégias que podem ajudar a recuperar a clareza mental:

Priorize o sono. Parece óbvio, mas é a intervenção com maior impacto imediato na função cognitiva. Sete a oito horas de sono de qualidade fazem diferença mensurável na memória e na concentração.

Reduza o cortisol. Estresse crônico aumenta o cortisol, que por sua vez suprime a produção de DHEA e prejudica a função cerebral. Adaptar a rotina para reduzir carga de estresse é parte do protocolo.

Mantenha o corpo em movimento. Exercício físico regular aumenta o fluxo sanguíneo cerebral e estimula a produção de BDNF, um fator de crescimento neuronal ligado à neuroplasticidade.

Considere suplementação de suporte. Para mulheres na perimenopausa e menopausa, suplementos como DHEA, pregnenolona, magnésio L-treonato e NAD+ são frequentemente usados como parte de protocolos de suporte cognitivo e hormonal. A escolha e a dose adequadas devem ser discutidas com um profissional de saúde.

Uma Última Coisa

Se você está passando por isso, é importante saber: o que você está sentindo é real, tem base fisiológica e não é "frescura". Muitas mulheres passam anos sem entender o que está acontecendo com sua mente porque ninguém conectou os pontos para elas.

O brain fog da menopausa é tratável. Não como uma doença, mas como um sinal do corpo de que ele precisa de suporte — hormonal, nutricional e de estilo de vida.


Este conteúdo é informativo e não substitui orientação médica profissional. Consulte seu médico antes de iniciar qualquer suplementação.

Produto importado dos EUA. Life Products BR — Revendedor Life Extension no Brasil.

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DHEA na menopausa: o que é, para que serve e o que a ciência mostra

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Depois dos 40, muita coisa muda no corpo de uma mulher — e boa parte dessas mudanças começa muito antes da menopausa se instalar de vez. Cansaço sem explicação aparente, sono fragmentado, oscilações de humor, perda de libido, dificuldade de concentração. Esses sintomas costumam surgir na perimenopausa, o período de transição que pode durar anos antes da última menstruação.

Um dos hormônios menos conhecidos por trás desse processo é o DHEA — e entender o papel que ele desempenha pode mudar a forma como você interpreta o que está acontecendo com o seu corpo.

O que é o DHEA e por que ele cai na menopausa

O DHEA (deidroepiandrosterona) é produzido pelas glândulas suprarrenais e funciona como matéria-prima para outros hormônios — incluindo o estrogênio e a testosterona. O organismo usa o DHEA para regular o equilíbrio hormonal de acordo com as necessidades de cada momento e de cada tecido.

O problema é que a produção de DHEA começa a cair a partir dos 25 anos. Aos 40, a maioria das mulheres já tem níveis significativamente menores do que na juventude. E quando a menopausa chega — com a queda dos estrogênios ovarianos — o DHEA se torna ainda mais relevante, porque passa a ser uma das poucas fontes de precursores hormonais que o corpo ainda tem disponíveis. Aos 75 anos, os níveis de DHEA podem ser até 80% menores do que no pico dos 20 anos. Isso não é um detalhe — é uma queda que afeta múltiplos sistemas ao mesmo tempo.

O que os estudos mostram sobre DHEA e menopausa

A pesquisa sobre DHEA em mulheres na menopausa é extensa. Alguns dos achados mais consistentes:

Equilíbrio hormonal e sintomas da menopausa

O DHEA é convertido localmente em estrogênios e andrógenos nos tecidos que mais precisam — incluindo vagina, ossos e cérebro. Essa conversão localizada é diferente da terapia hormonal sistêmica: o corpo usa o que precisa, onde precisa. Estudos com mulheres na pós-menopausa documentaram melhora em sintomas como ressecamento vaginal, desconforto durante a relação sexual e redução da libido com o uso de DHEA.

Saúde óssea

O estudo DHEAge — randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, conduzido com 280 participantes entre 60 e 79 anos — observou melhora em marcadores de formação óssea após um ano de suplementação com DHEA 50 mg/dia. O efeito foi mais pronunciado em mulheres acima de 70 anos, exatamente o grupo com maior risco de osteoporose.

Humor, memória e bem-estar

O DHEA atravessa a barreira hematoencefálica e age diretamente no sistema nervoso central, onde modula receptores associados à memória, humor e resposta ao estresse. Estudos encontraram correlação entre queda de DHEA e piora em marcadores de humor, velocidade de processamento e memória em mulheres mais velhas. A suplementação foi associada a melhora na sensação geral de bem-estar em ensaios clínicos controlados.

Composição corporal

Em adultos acima de 65 anos, suplementação com 50 mg/dia de DHEA por seis meses foi associada à redução de gordura abdominal visceral — o tipo de gordura mais ligado ao risco cardiovascular e à resistência à insulina — em comparação ao grupo placebo.

DHEA é para todas as mulheres na menopausa?

Não necessariamente. A suplementação de DHEA faz mais sentido quando há queda real dos níveis de DHEA-S — confirmada por exame de sangue. O exame é simples e pode ser pedido por ginecologistas, endocrinologistas ou médicos de medicina funcional e preventiva.

Os perfis que mais se beneficiam:

  • Mulheres na perimenopausa com sintomas de queda hormonal — fadiga, sono ruim, libido reduzida, oscilações de humor
  • Mulheres na pós-menopausa que buscam suporte hormonal complementar, especialmente para saúde óssea e bem-estar geral
  • Mulheres com DHEA-S abaixo da faixa ideal para a idade, confirmado em exames laboratoriais
  • Adultas em protocolos de medicina preventiva e longevidade orientados por profissional de saúde

Qual dose faz sentido para mulheres

A Life Extension oferece DHEA em quatro concentrações: 15 mg, 25 mg, 50 mg e 100 mg. Para mulheres, a orientação mais comum é começar com doses menores e ajustar com base em exames e resposta individual.

  • 15 mg e 25 mg: doses de entrada, frequentemente indicadas para mulheres ou para quem está iniciando sem exames prévios detalhados. O DHEA 25 mg é o ponto de partida mais utilizado na perimenopausa.
  • 50 mg: dose dos principais estudos clínicos publicados, incluindo o DHEAge. Mais indicada para mulheres na pós-menopausa com queda mais acentuada confirmada em exames.
  • 100 mg: doses mais elevadas, geralmente reservadas para homens ou para protocolos específicos sob supervisão médica. Raramente indicada para mulheres como dose inicial.

Doses acima do necessário para o perfil hormonal individual podem gerar efeitos indesejados em mulheres — principalmente acne, oleosidade e alterações de humor, relacionados à conversão excessiva em andrógenos. A orientação de um médico ou nutricionista funcional antes e durante o uso é a abordagem mais segura.


DHEA e terapia hormonal: podem ser usados juntos?

Essa é uma decisão médica. Algumas mulheres usam DHEA como complemento à terapia hormonal convencional; outras preferem o DHEA como alternativa em estágios iniciais da perimenopausa, quando os sintomas ainda são moderados. Qualquer um dos cenários exige acompanhamento profissional e monitoramento por exames.

Por que Life Extension

A Life Extension foi uma das primeiras empresas a comercializar DHEA nos EUA, ainda na década de 1980. Hoje, com mais de 3.700 estudos publicados sobre o composto, mantém sua linha de DHEA como um dos produtos mais vendidos globalmente — fabricado sob padrões GMP certificados, com pureza e concentração verificadas lote a lote.

No Brasil, o DHEA não é aprovado pela ANVISA como medicamento, mas sua importação para uso pessoal é permitida. A Life Products BR importa diretamente dos EUA, dentro das regras de importação pessoal vigentes.

Para entender mais sobre o DHEA de forma geral — o que é, como funciona e todas as doses disponíveis — leia também: DHEA: para que serve e por que os níveis caem depois dos 40.


Produtos DHEA disponíveis na Life Products BR:

Produto importado dos EUA. Life Products BR — Revendedor Life Extension no Brasil.


Perguntas Frequentes

DHEA ajuda nos sintomas da menopausa?
Estudos clínicos associaram a suplementação de DHEA à melhora em sintomas como libido reduzida, ressecamento vaginal, oscilações de humor e fadiga em mulheres na menopausa e pós-menopausa. Os resultados variam conforme os níveis basais individuais — exame de DHEA-S antes de iniciar é recomendado.

Qual a diferença entre DHEA e terapia hormonal?
A terapia hormonal convencional repõe estrogênio e/ou progesterona de forma sistêmica. O DHEA funciona como precursor — o corpo converte localmente nos hormônios que precisa, nos tecidos que precisam. São abordagens diferentes, com indicações diferentes. A escolha deve ser feita com orientação médica.

DHEA pode ser tomado sem receita?
No Brasil, o DHEA é importado como suplemento alimentar para uso pessoal, sem necessidade de receita para a importação. Por ser um precursor hormonal com efeitos reais no organismo, a orientação de um profissional de saúde antes de iniciar é fortemente recomendada.

Quanto tempo para sentir resultado?
Os estudos clínicos com DHEA geralmente observam resultados em marcadores objetivos a partir de 3 a 6 meses de uso contínuo. Melhoras subjetivas em humor e bem-estar podem ser percebidas antes, mas variam bastante entre indivíduos.

Este produto é original da Life Extension?
Sim. A Life Products BR é Revendedor Life Extension no Brasil. Todos os produtos são importados diretamente dos EUA e 100% originais.

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Magnésio L-Treonato: para que serve e por que é diferente dos outros magnésios

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Magnésio L-Treonato: para que serve e por que é diferente dos outros magnésios

O magnésio é um dos minerais mais importantes para o funcionamento do organismo — envolvido em mais de 600 reações enzimáticas, incluindo produção de energia, síntese de proteínas e regulação do sistema nervoso. Mas há um problema que poucos conhecem: a maioria das formas de magnésio disponíveis no mercado não consegue chegar ao cérebro em quantidade suficiente para fazer diferença cognitiva.

É aí que o magnésio L-treonato se destaca. Neste artigo, explicamos o que é essa forma específica de magnésio, como ela age no cérebro e por que tem chamado a atenção de pesquisadores e profissionais de saúde interessados em cognição e longevidade.

O que é magnésio L-treonato

O magnésio L-treonato é uma forma quelada de magnésio — resultado da combinação do mineral com o ácido L-treônico, um metabólito da vitamina C. Essa combinação foi desenvolvida por pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) com um objetivo específico: criar uma forma de magnésio capaz de atravessar a barreira hematoencefálica com eficiência e elevar os níveis do mineral diretamente no tecido cerebral.

A forma patenteada mais estudada é o Magtein® — ingrediente utilizado no Neuro-Mag® da Life Extension e protegido por patentes registradas nos EUA.

Por que a barreira hematoencefálica importa

A barreira hematoencefálica é uma estrutura altamente seletiva que controla o que entra e o que sai do cérebro através da corrente sanguínea. Ela protege o sistema nervoso central de toxinas e patógenos — mas também limita a passagem de muitos nutrientes, incluindo a maior parte das formas comuns de magnésio.

Formas como magnésio citrato, óxido e glicinato são bem absorvidas pelo intestino e têm benefícios sistêmicos importantes — para músculos, coração, ossos e intestino. Mas chegam ao cérebro em quantidade limitada. O magnésio L-treonato foi desenvolvido justamente para contornar essa limitação, utilizando um mecanismo de transporte que favorece sua entrada no sistema nervoso central.

O que os estudos mostram

Estudo publicado na revista Neuron — MIT

O estudo original que colocou o magnésio L-treonato no mapa científico foi publicado no periódico Neuron por pesquisadores do MIT. Os resultados mostraram que elevar os níveis de magnésio no cérebro por meio da suplementação com magnésio L-treonato aumentou a densidade sináptica no hipocampo — região diretamente associada à memória e ao aprendizado — e reverteu déficits cognitivos em modelos animais.

Estudo clínico em humanos — 50 a 70 anos

Em ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo conduzido com 44 adultos entre 50 e 70 anos, o grupo que recebeu suplementação diária com Magtein® apresentou melhora significativa em função executiva e cognitiva geral após 12 semanas de uso contínuo, em comparação ao grupo placebo.

Revisão publicada no Brazilian Journal of Health Review (2026)

Revisão recente da literatura científica concluiu que o magnésio L-treonato possui alta biodisponibilidade e habilidade comprovada de ultrapassar a barreira hematoencefálica, com potencial para auxiliar na melhoria da função cognitiva, qualidade do sono e saúde mental.


Quais são os benefícios do magnésio L-treonato

Memória de curto e longo prazo

O magnésio apoia a plasticidade sináptica — a capacidade do cérebro de formar, fortalecer e reorganizar conexões entre neurônios. Esse mecanismo é a base biológica do aprendizado e da memória. Ao elevar os níveis de magnésio especificamente no cérebro, o L-treonato favorece esse processo de forma que outras formas de magnésio não conseguem.

Função executiva e raciocínio

Além da memória, o estudo clínico com Magtein® demonstrou melhora na função executiva — capacidade de planejamento, tomada de decisão e foco sustentado. Esse benefício é especialmente relevante para adultos acima de 45 anos, quando esse tipo de declínio começa a ser percebido.

Qualidade do sono

O magnésio regula neurotransmissores associados ao relaxamento e ao ciclo circadiano, incluindo GABA e melatonina. Usuários do magnésio L-treonato relatam com frequência melhora na qualidade do sono — adormecendo mais facilmente e com sono mais profundo e reparador.

Humor e resposta ao estresse

Níveis adequados de magnésio no sistema nervoso central estão associados à modulação da resposta ao estresse e ao equilíbrio do humor. A deficiência de magnésio é um fator frequentemente observado em pessoas com ansiedade e irritabilidade.

Magnésio L-treonato vs outros tipos de magnésio

Forma Principal benefício Chega ao cérebro?
L-Treonato (Magtein®) Memória, cognição, sono Sim — mecanismo específico
Citrato Intestino, relaxamento muscular Limitado
Glicinato Relaxamento, sono, ansiedade Parcial
Óxido Constipação, reposição básica Baixo
Malato Energia, fibromialgia Limitado

É importante entender que as formas não são concorrentes — são complementares. Muitos profissionais de medicina funcional prescrevem magnésio L-treonato para suporte cognitivo em combinação com glicinato ou citrato para benefícios sistêmicos.

Quem deve considerar o magnésio L-treonato

  • Adultos acima de 40 anos com percepção de declínio em memória, foco ou clareza mental
  • Pessoas com dificuldade de concentração, raciocínio mais lento ou esquecimentos frequentes do cotidiano
  • Quem tem qualidade de sono comprometida e busca alternativa não sedativa
  • Profissionais com alta demanda cognitiva que desejam suporte nutricional para manter desempenho mental
  • Quem já usa outros suplementos de magnésio para benefícios musculares ou cardíacos e quer adicionar suporte cerebral específico

Como tomar magnésio L-treonato

A dose do Neuro-Mag® da Life Extension é de 3 cápsulas ao dia, fornecendo 2.000 mg de Magtein® — equivalente a 144 mg de magnésio elementar. Pode ser tomado com ou sem alimentos. Alguns usuários preferem dividir em 1 cápsula pela manhã e 2 à noite, para aproveitar o efeito de relaxamento antes de dormir.

Os benefícios cognitivos costumam ser mais perceptíveis com uso contínuo — o estudo clínico observou resultados significativos após 12 semanas.

Por que importado faz diferença

O ingrediente Magtein® é protegido por patentes registradas nos EUA e distribuído exclusivamente pela AIDP, Inc. Produtos nacionais que afirmam conter "magnésio L-treonato" podem não estar utilizando o ingrediente patenteado com os estudos clínicos publicados. O Neuro-Mag® da Life Extension, importado dos EUA, usa exclusivamente Magtein® — a forma original desenvolvida pelo MIT e utilizada nas pesquisas.

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Conheça o Neuro-Mag® Magnésio L-Treonato da Life Extension, importado diretamente dos EUA:

Produto importado dos EUA. Life Products BR — Revendedor Life Extension no Brasil.

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Perguntas Frequentes sobre Magnésio L-Treonato

 

Magnésio L-Treonato para que serve?

O magnésio L-treonato serve principalmente para suporte cognitivo — memória, foco, função executiva e qualidade do sono. É a forma de magnésio desenvolvida para atravessar a barreira hematoencefálica e elevar os níveis do mineral diretamente no cérebro, o que outras formas fazem com menos eficiência.

Qual a diferença entre magnésio L-treonato e magnésio citrato?

O citrato tem boa absorção sistêmica e é indicado para saúde muscular, cardiovascular e intestinal. O L-treonato foi desenvolvido especificamente para o cérebro — sua estrutura química favorece a passagem pela barreira hematoencefálica. São formas complementares, não concorrentes.

O que é Magtein?

Magtein® é a forma patenteada de magnésio L-treonato desenvolvida pelo MIT e distribuída exclusivamente pela AIDP, Inc. É o ingrediente utilizado no Neuro-Mag® da Life Extension e a forma com maior número de estudos clínicos publicados sobre cognição.

Em quanto tempo o magnésio L-treonato faz efeito?

Melhoras na qualidade do sono podem ser percebidas nas primeiras semanas. Os benefícios cognitivos foram demonstrados clinicamente após 12 semanas de uso contínuo. O efeito é cumulativo e depende de uso regular.

Posso tomar magnésio L-treonato com outros suplementos?

Sim. É frequentemente combinado com outras formas de magnésio para benefícios complementares e compatível com NAD+, ômega-3 e multivitamínicos. Consulte seu médico para orientação personalizada.

Magnésio L-treonato tem efeito laxante?

Não — ao contrário do citrato e óxido, o L-treonato tem baixo impacto intestinal e é uma das formas mais bem toleradas mesmo por pessoas com intestino sensível.

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Suplementos de lítio: poderoso suporte mental

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Suplementos de lítio: poderoso suporte mental

Quando você ouve a palavra "lítio", o que lhe vem à mente? O sucesso de 1991 do Nirvana? Ou talvez uma cena de Um Estranho no Ninho ? O lítio surgiu em meados do século XIX, mas logo desapareceu — até John Cade reintroduzi-lo para ajudar a promover a saúde mental por volta de 1949. E em 1970, os EUA se tornaram o 50º país a permitir a comercialização do lítio.

Talvez por causa de sua história interessante, exista um equívoco de que o único benefício do lítio é para o humor — algo que você toma para se manter equilibrado.

Mas certos tipos de lítio, em doses muito menores, estão disponíveis como suplementos — e são usados por razões muito diferentes do lítio tradicional. E embora as dosagens de lítio sejam mínimas, os benefícios potenciais dos suplementos de lítio não são exatamente insignificantes (a menos que você considere a saúde do cérebro e a longevidade irrelevantes!).

Vamos mergulhar no que é lítio, como ele funciona e de que maneiras os suplementos de lítio podem beneficiar você.

Quais são os benefícios do lítio?

O lítio ajuda os idosos com memória e foco

Em sua forma mais simples, o lítio é um elemento encontrado na água potável, originário de rochas e do subsolo. Por que você consideraria adicioná-lo aos seus outros hábitos de vida saudáveis? Acontece que o orotato de lítio pode beneficiar a saúde do nosso cérebro mais do que jamais imaginamos. (O orotato é a forma mais comum de lítio usada em suplementos — falaremos sobre isso em breve!)

Como todos sabemos, o mineral traço lítio tem sido usado para melhorar o humor . Como suplemento, no entanto, o orotato de lítio (e outras formas deste mineral) se enquadra na categoria abrangente de nootrópicos . Os nootrópicos têm a reputação de aumentar o foco mental e a atenção.

Além de ajudar a fortalecer a cognição , o lítio também pode desempenhar um papel na longevidade. Ele pode contribuir para um cérebro saudável à medida que você envelhece. Mais especificamente, isso ocorre porque o lítio pode inibir a enzima GSK-3 (nome oficial: glicogênio sintase quinase-3) no cérebro e em outros órgãos. A atividade dessa enzima pode causar o envelhecimento dos seus tecidos — e do seu corpo como um todo. O consumo de lítio pode ajudar a retardar tudo isso.

Aliás, se você tem mais de 60 anos, pode considerar começar a tomar um suplemento oral de lítio em baixa dosagem, mesmo como medida proativa. Vamos falar sobre isso a seguir.

O que são suplementos de lítio?

O lítio é um mineral traço, e os suplementos contêm concentrações variadas dele. Por exemplo, os suplementos para a saúde cerebral da Life Extension incluem um suplemento de lítio formulado com uma dose de 1.000 mcg (ou 1 mg) de lítio proveniente do orotato de lítio. O orotato de lítio contribui para a saúde cognitiva e a função a nível celular, estimula um processo natural de eliminação de proteínas do cérebro, mantém os níveis de glicose já saudáveis no cérebro e pode até ajudar a manter a saúde do DNA e a longevidade .

Orotato de lítio vs. outras formas de lítio

O orotato de lítio não é o único tipo de lítio que você pode obter como suplemento — embora, se um suplemento simplesmente disser "lítio" no rótulo, provavelmente se refira a uma dose baixa de orotato de lítio. O orotato é tecnicamente um sal derivado do ácido orótico. O ácido orótico é usado como aglutinante em suplementos minerais. O aspartato de lítio é derivado do ácido aspártico, que é um aminoácido. Há também o citrato de lítio , que é um composto químico de lítio e ácido cítrico.

O tipo de lítio que você toma (e a dose que você toma) dependerá de suas necessidades, objetivos e da orientação do seu profissional de saúde. Por exemplo, algumas pesquisas sugerem que o orotato de lítio pode ser mais eficaz em uma dosagem mais baixa (já que consegue penetrar nas células do seu corpo com mais facilidade) em comparação com outras formas. É por isso que você pode encontrar suplementos de orotato de lítio em baixas doses em maior abundância em comparação com seus equivalentes.

Dica profissional: se você já ouviu falar de carbonato de lítio, talvez esteja se perguntando o que é. A palavra carbonato significa que ele é feito de carbono e oxigênio. O carbonato de lítio não é um suplemento, não tem o mesmo uso ou benefícios e deve ser prescrito por um profissional de saúde.

O que procurar ao escolher um suplemento de lítio

Como sempre, recomendamos que você investigue como a marca obtém seus ingredientes, juntamente com os ingredientes adicionais presentes no suplemento. Você também deve confirmar o tipo de lítio presente no suplemento e garantir que esteja, de fato, microdosando-o. Com as dosagens, uma dose excessiva de um benefício pode, às vezes, ser prejudicial, e altas doses de lítio só devem ser administradas sob a orientação de um profissional de saúde qualificado.

Jovem toma suplemento de lítio para melhorar a saúde do cérebro

Como tomar suplementos de lítio

Os suplementos de orotato de lítio geralmente vêm na forma de cápsulas ou comprimidos. Engula-os inteiros, com um copo d'água, sem mastigar. Você pode tomá-los com ou sem alimentos. Embora você possa tomar o suplemento de dia ou à noite, é comum tomá-lo à noite. Certifique-se de tomar apenas a dose indicada no rótulo do produto. Se você pular uma dose, tome a dose habitual no dia seguinte.

 

 

Como manter seu cérebro afiado à medida que você envelhece

A suplementação com orotato de lítio certamente é um bom ponto de partida para estimular o pensamento saudável até a terceira idade — mas não é a única maneira de nutrir a cabeça. Siga estas dicas para manter seu cérebro ativo:

  • Coma alimentos na dieta MIND

     Esta dieta saudável para o cérebro inclui alimentos ricos em vitaminas, antioxidantes e nutrientes, ao mesmo tempo que afasta os adeptos do queijo e de alimentos altamente processados. (Como bônus adicional, muitos desses alimentos também são pobres em gordura, calorias e sódio!)
  • Exercício

    —Mexer o corpo regularmente beneficia não apenas seu coração, peso e músculos, mas também fortalece seu cérebro .
  • Consulte seu médico regularmente

    —Ser proativo é uma ótima maneira de identificar quaisquer necessidades de saúde cognitiva antes que elas se tornem algo realmente preocupante! Exames laboratoriais também podem ajudar.
  • Gerencie seu estresse

    —Quando você se sente estressado, é difícil pensar com clareza. Experimente meditação, ioga ou escrever um diário.
  • Durma o suficiente

    — Isso significa qualidade e quantidade. Um cérebro bem descansado pode ajudar você a pensar e lembrar.

Outros suplementos cognitivos para adultos idosos

Além do orotato de lítio, outros suplementos que podem ajudar a manter sua função cognitiva saudável incluem certas formas de vitamina B (incluindo B12 ou folato/ácido fólico) e pregnenolona.

O lítio também tem um enorme impacto quando combinado com um polipeptídeo rico em prolina — um extrato de "leite materno" derivado do colostro. (O colostro é o primeiro leite que o corpo da mulher produz durante a gravidez.) E, claro, nenhuma dieta para a saúde cerebral estaria completa sem os ácidos graxos ômega-3 . Outra ótima opção é o L-treonato de magnésio, que, ao contrário de outras formas de magnésio, atravessa a barreira hematoencefálica com mais facilidade.

Alimentos que contêm lítio

Batatas e tomates contêm lítio

Se você busca aumentar seus níveis de orotato de lítio com escolhas alimentares, certos alimentos e temperos o contêm. Entre eles:

  • Batatas
  • Certas águas minerais enriquecidas com lítio
  • Leite
  • Tomates
  • Cereal
  • Ovos
  • Repolho
  • Noz-moscada
  • Cominho
  • Sementes de coentro

E, como mencionamos anteriormente, o lítio elementar pode estar presente na sua água potável. No entanto, a quantidade em que ele ocorre dependerá da sua localização geográfica. Além disso, existem apenas pequenas quantidades desse mineral, e possivelmente ainda menos se a sua água for filtrada ou destilada.

Lembre-se de que, muitas vezes, é difícil obter o que você precisa apenas com alimentos — a quantidade de lítio é muito pequena para você aproveitar seus benefícios (especialmente se você consumir apenas alimentos com níveis adequados de lítio em alguns dias do mês!). É por isso que a suplementação pode ser tão benéfica para sua saúde física e mental em geral. Seu corpo precisa dessa dose extra (mesmo que seja uma dose pequena!) para realmente apresentar resultados.

Suplementos de lítio em baixas doses são uma excelente maneira de reforçar sua função cognitiva geral. Eles podem até mesmo ajudar você a viver uma vida mais longa e plena. Pergunte ao seu médico se este é o suplemento alimentar certo para você!

Quem não deve tomar lítio em baixas doses?

O lítio em baixas doses geralmente é bem tolerado a longo prazo. Se você não tiver certeza se deve tomar suplementos de orotato de lítio ou tiver dúvidas sobre as recomendações de dosagem, pergunte ao seu médico ou outro profissional de saúde. Dica profissional: você pode fazer um exame de sangue para verificar seus níveis de lítio .

Psiu! Curioso para saber quais outros suplementos podem melhorar a saúde do seu cérebro? Faça o nosso teste e descubra.

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Sobre o autor:

Megan Grant

Escritor de saúde e bem-estar

Megan Grant é formada em Comunicação Social pela Universidade de Michigan. Ela escreve profissionalmente há 15 anos, com foco em nutrição, condicionamento físico e saúde em geral. Atleta competitiva desde sempre, ela é fascinada pela forma como o corpo humano responde à comida e ao movimento.

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Referências

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Glicinato de magnésio vs. citrato: qual tipo é melhor para você?

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Glicinato de magnésio vs. citrato: qual tipo é melhor para você?

Quando se trata de suplementos alimentares, o magnésio provavelmente está no seu radar. Os suplementos de magnésio oferecem uma série de benefícios, incluindo suporte à saúde do coração, cérebro e ossos, bem como à função muscular e nervosa. Mais de 600 enzimas no seu corpo precisam de magnésio para realizar funções críticas. No entanto, a maioria de nós não obtém o suficiente desse mineral apenas por meio da dieta. É aí que os suplementos entram.

Existem vários tipos de suplementos de magnésio, que fornecem diferentes níveis de magnésio elementar. Certos tipos de magnésio podem ser mais bem tolerados e absorvidos do que outros.

Então, como saber qual suplemento de magnésio tomar? Neste artigo, vamos nos concentrar principalmente em dois dos tipos mais populares: glicinato de magnésio e citrato de magnésio.

O que é citrato de magnésio?

Mulher tomando suplemento de magnésio com água

Citrato de magnésio é uma forma orgânica de magnésio combinada com ácido cítrico, também conhecido como citrato.

  • Benefícios: A suplementação com citrato de magnésio é uma maneira de ajudar a aumentar seus níveis de magnésio e apoiar a saúde geral de todo o corpo, incluindo suporte à função cardiovascular , saúde imunológica e manutenção de ossos fortes.
  • Vantagens: Um dos maiores pontos fortes do citrato de magnésio é sua fácil absorção devido à sua alta solubilidade. Além disso, é acessível.
  • Composição: Em massa, fornece 12-16% de magnésio elementar. Portanto, em 1.000 mg, há 120 mg a 160 mg de magnésio elementar.
  • Tolerabilidade: O citrato de magnésio é um sal orgânico porque está complexado com citrato e não com um mineral como cloreto ou fosfato. Formas orgânicas, como o citrato de magnésio, contêm uma concentração relativamente menor de magnésio e são geralmente consideradas como tendo melhor absorção e biodisponibilidade com base em dados publicados, podendo ser menos propensas a causar efeitos colaterais gastrointestinais em algumas pessoas em altas doses, em comparação com as formas inorgânicas de magnésio.

O que é glicinato de magnésio?

O glicinato de magnésio é um sal orgânico de magnésio formado com o aminoácido glicina, ao contrário do citrato.

  • Benefícios: Assim como outras formas, o glicinato de magnésio promove a saúde de todo o corpo, incluindo a saúde dos ossos, do coração, dos músculos e dos nervos.
  • Vantagens: É bem absorvido porque também é uma forma orgânica solúvel em água.
  • Composição: Em massa, o glicinato de magnésio contém aproximadamente 10-14,1% de magnésio elementar. Isso significa que em 1.000 mg, há entre 100-141 mg de magnésio elementar.
  • Tolerabilidade: O glicinato de magnésio pode ser uma boa opção para pessoas que sentem desconforto gastrointestinal ocasional ao tomar outros suplementos de magnésio. É suave para o trato gastrointestinal porque contém uma concentração menor de magnésio elementar por dose, o que significa que é menos provável que cause impacto no estômago.

Citrato de magnésio vs. glicinato: qual é melhor absorvido?

Em geral, tanto o glicinato de magnésio quanto o citrato de magnésio são bem absorvidos pelo organismo — razão pela qual muitos suplementos de magnésio costumam utilizar essas formas. Em geral, os sais orgânicos de magnésio — que incluem citrato e glicinato — proporcionam melhor absorção por serem mais solúveis em água do que as formas inorgânicas de magnésio.

Glicinato de magnésio ou citrato é melhor?

mulher tomando suplementos de magnésio

Quando se trata de citrato de magnésio versus glicinato de magnésio, a escolha depende da preferência e tolerância individual. Ambas as formas são bem absorvidas e contribuem para muitos aspectos da saúde de todo o corpo . Na verdade, a maior diferença entre as formas é o composto ao qual o magnésio está ligado (glicina ou citrato) e a porcentagem de magnésio elementar, o que pode afetar o número ou o tamanho da cápsula do seu suplemento.

O glicinato de magnésio é um suplemento popular, mas o citrato de magnésio também é uma opção comum e um pouco mais acessível. Se você sentir desconforto ocasional ao tomar uma ou outra forma, sua escolha pode se resumir a qual delas faz você se sentir melhor depois de tomá-la.

A boa notícia é que tanto o citrato de magnésio quanto o glicinato de magnésio podem ajudar a manter níveis saudáveis de magnésio e fornecer ao seu corpo o que ele precisa para um coração saudável, um sistema imunológico eficiente e dentes e ossos fortes. O magnésio auxilia na comunicação entre os nervos e as células musculares, promovendo a função do sistema nervoso e dos músculos. Também ajuda a manter níveis saudáveis de pressão arterial e contribui para a função endotelial e a saúde cardiovascular.

Veja como os dois se comparam:

Recurso

Citrato de magnésio

Glicinato de Magnésio

Absorção

Bem absorvido Bem absorvido

Composto ligado a

Ácido cítrico (citrato) Glicina (um aminoácido)

Magnésio elementar % (em massa)

12-16% 10-14,1%

Acessibilidade

Um pouco mais acessível Um pouco mais caro

Tolerância

Bem tolerado Bem tolerado

Benefícios

Saúde de todo o corpo Saúde de todo o corpo

Posso usar um tipo diferente de magnésio?

Sim, você pode! O corpo absorve todas as formas de magnésio muito bem. Então, qual é a diferença? Formas orgânicas, como citrato de magnésio e glicinato de magnésio, oferecem uma concentração menor de magnésio em uma única dose.

Por outro lado, formas inorgânicas como o óxido de magnésio oferecem uma concentração maior de magnésio elementar em uma única dose. O óxido de magnésio é normalmente usado em produtos com vários ingredientes para fornecer uma alta concentração de magnésio elementar sem aumentar o número de cápsulas necessárias.

Se você deseja aumentar seus níveis de magnésio com uma fórmula que oferece mais benefícios para o cérebro , algo como o L-treonato de magnésio será uma opção melhor. Esta forma de magnésio foi estudada para auxiliar o raciocínio rápido e a memória de trabalho, além de promover a saúde cognitiva geral.

Quais são outras formas de magnésio?

O magnésio vem em muitas formas

Além do citrato e do glicinato de magnésio, o magnésio está disponível em diferentes formas, cada uma com suas porcentagens específicas de magnésio elementar, bem como diferentes níveis de biodisponibilidade/absorção. Aqui estão algumas das suas opções:

  • Óxido de magnésio: O óxido de magnésio (MgO) é o sal de magnésio do oxigênio. É menos solúvel que o citrato de magnésio, mas contém uma porcentagem maior de magnésio elementar por dose única.

  • Cloreto de magnésio:

    Cloreto de magnésio (MgCl2) é uma forma inorgânica de magnésio, como o óxido de magnésio.
  • Treonato de magnésio:

    O que há de inovador na forma L-treonato de magnésio é seu suporte à memória e à função cognitiva.
  • Acetil taurato de magnésio:

    Este magnésio é combinado com uma forma acetilada do aminoácido taurina. O acetil taurato de magnésio facilita a utilização pelo cérebro e estimula uma resposta saudável ao estresse, além de sensações de calma e relaxamento.
  • Malato de magnésio:

    O malato de magnésio contém ácido málico, encontrado naturalmente em coisas como frutas e vinho.
  • Sulfato de magnésio:

    Trata-se de magnésio combinado com sulfato (MgSO4). Também conhecido como sal de Epsom. Algumas pessoas o dissolvem na água do banho para ajudar a acalmar os músculos, embora não haja evidências suficientes para isso.

Como sei se preciso de um suplemento de magnésio?

Se não tiver certeza se precisa de um suplemento de magnésio, converse com seu médico. Você pode fazer um exame de sangue para verificar seus níveis séricos de magnésio.

O que devo procurar ao comprar magnésio?

Ao procurar suplementos, tenha estas diretrizes em mente:

 

Marca de qualidade:

Escolha uma empresa confiável que ofereça produtos de alta qualidade feitos com ingredientes de origem responsável.

 

 

Etiquetas transparentes:

A rotulagem nutricional deve ser completa e transparente, sem ingredientes ocultos.

 

 

Testes de terceiros:

Testes independentes ajudam a garantir que os produtos que você consome correspondam aos rótulos. Procure empresas que realizem testes de terceiros e que forneçam um Certificado de Análise (COA) mediante solicitação para seus produtos.

 

 

Objetivos de saúde:

Qualquer suplemento que você tome deve atender às suas necessidades específicas. É sempre uma boa ideia conversar com seu médico antes de começar a tomar qualquer novo suplemento para garantir que ele se adapte às suas preocupações com a saúde e ao seu estilo de vida.

 

 

Escolha um formulário que você goste:

Tomar seu suplemento todos os dias importa mais do que tomar glicinato de magnésio, citrato de magnésio, treonato de magnésio ou qualquer outra forma. Depois de decidir sobre seu suplemento em cápsula, pó ou goma, siga as instruções do rótulo consistentemente.

 

O magnésio desempenha um papel importante na saúde do seu coração, mas outros nutrientes também podem ajudar. 

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Sobre o autor:

Megan Grant

Escritor de saúde e bem-estar

Megan Grant é formada em Comunicação Social pela Universidade de Michigan. Ela escreve profissionalmente há 15 anos, com foco em nutrição, condicionamento físico e saúde em geral. Atleta competitiva desde sempre, ela é fascinada pela forma como o corpo humano responde à comida e ao movimento.

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